Começou pensar-se ser. Pensou frases indecifráveis, olhou becos obscuros da lembrança, tudo tão confuso. Pensar, não bastava.
Começou sentir-se ser. Fechou os olhos...um...dois... asas? Vento que retornava aos olhos, pela própria força que exercia. A pressão das patas sobre as folhas, os raios solares aquecendo o abdômen, as antenas tateando qualquer direção. Sentir, bastava.
Enfim,descobriu-se borboleta no silêncio que reinava uma verdade: sentir.
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